domingo, 19 de dezembro de 2010

Greengle, o novo site de buscas verdes


Greengle é o novo site de buscas sem fins lucrativos que tem como único objetivo ajudar o meio ambiente. O projeto é totalmente brasileiro e realizado pela Greenvana, uma empresa que reúne produtos sustentáveis em uma Eco Store e uma revista eletrônica voltada para o estilo de vida "verde", a Greenvana Style. A página funciona como um buscador comum e usa o Google como seu motor de pesquisa. Porém, a grande diferença é que todas as pesquisas realizadas contribuem para o plantio de árvores. A cada seis mil acessos ao site de busca e aos outros sites da empresa, a Greenvana planta uma árvore. Para que os internautas acompanhem a iniciativa, os contadores nos sites marcam quantas árvores já foram plantadas e quantos acessos faltam para o plantio de uma nova. A empresa decidiu investir em árvores pois elas ajudam a compensar emissões de gases estufa. Segundo o Banco da Árvore, uma árvore de grande porte, com 90cm de diâmetro por 30m de altura, pode estocar cerca de 6 toneladas de carbono – o que corresponde a mais de 20 toneladas de CO2, o equivalente à media de emissões de 33 pessoas por ano. O plantio das árvores é feito por instituições reconhecidas e anunciadas ao final de cada mês, e a Greenvana vai disponibilizar os recibos de todas as doações nos seus três sites. É importante lembrar que o projeto contabiliza apenas um acesso diário por pessoa. Quer fazer sua parte? Então clique e plante sua árvore!

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Microchips são usados no combate ao desmatamento ilegal


Um projeto-piloto desenvolvido pela ONG Ação Verde está sendo testado na fazenda Carandá, em Nova Mutum (MT). Para evitar o desmatamento da Floresta Amazônica, microchips estão sendo implantados nas árvores para ajudar as autoridades a rastreiarem a madeira caso ela seja cortada e vendida ilegalmente.

Os pequenos chips conseguem armazenar dados das árvores como localização, tamanho e até quem foi o responsável pelo corte, e podem ser lidos por meio de um pequeno dispositivo portátil. A Ação Verde acredita que os chips podem impedir a prática ilegal de extração de madeira e, com isso, evitar a criação de documentos falsos de certificação.

O projeto é um grande passo rumo à batalha para proteger a Floresta Amazônica. Os novos chips vão permitir que os proprietários de terras que usam de práticas sustentáveis e legais consigam distinguir sua madeira da exploração de madeira ilegal. "Falam muito sobre a madeira proveniente de práticas de manejo florestal sustentável e este é um sistema que pode provar isso", diz o engenheiro florestal Paulo Borges, integrante da ONG.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Novo dispositivo vai gerar energia a partir da luz e do calor


A companhia japonesa especializada em condutores Fujitsu anunciou nesta quinta-feira (9) que está desenvolvendo um dispositivo capaz de gerar energia tanto através do calor quanto da luz. O aparelho seria o primeiro com a capacidade de coletar energia de duas fontes diferentes.


Fujitsu



A Fujitsu afirmou que seu dispositivo não precisará de nenhum tipo de bateria ou fiação para ser utilizado e que pode servir como uma alternativa barata para regiões com produção energética deficiente. Outra utilidade seria gerar energia para gadgets, já que o aparelho é pequeno e flexível.


Um protótipo do gerador já foi desenvolvido pela empresa, que está melhorando a tecnologia para ter uma versão comercial pronta até o final de 2015.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

China lança seu primeiro trem movido a hidrogênio




O trem possui um motor baseado em um sistema de ímãs permanentes, que usa o magnetismo para recarregar as células de hidrogênio. O modelo possui alta eficiência, reduzindo o consumo de energia entre 10% e 20%, além de produzir pouco ruído e vibração.

O governo chinês espera que o trem reduza os problemas crônicos de transporte no país e que também traga avanço para outras áreas, como a mineração, pela velocidade e não emissão de resíduos tóxicos, o que facilita a operação no subterrâneo.