quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Mercado investe em computadores sustentáveis



Enquanto o mercado discute os conceitos de TI Verde, os primeiros computadores sustentáveis começam a ser produzidos. Tratam-se de máquinas produzidas com materiais reciclados e recicláveis.

Lucas Castro, de 18 anos, por exemplo, desenvolveu um computador totalmente de madeira, com processador dual-core, 4GB de memória RAM, 1,5 TB de disco rígido e placa de vídeo de 512 MB. A escolha do revestimento em madeira, segundo Castro, deve-se ao fato de ser um material fácil de usar, reciclável e que confere originalidade ao equipamento.

Apesar da ideia ter potencial para vendas, Lucas confessa que não pensa em comercializar o projeto. “O problema de comercializar um computador como esse é que ele tem tantos detalhes que acabaria encarecendo demais”, explica.

Na mesma linha, o empresário André Ruschel desenvolveu o ThinEco, um computador revestido de papelão usado, que utiliza processador Atom N270, 2 GB de memória RAM e HD SSD da Intel. Dentro do gabinete todos os componentes têm o selo “green” e o produto foi desenhado para consumir menos energia. “Esta é uma tentativa de tornar o computador cada vez mais sustentável”, destaca Ruschel.

Se comparado ao computador de madeira, o ThinEco, por ser feito basicamente de papelão, tem um custo baixo e, por isso, deve se tornar um produto comercializável em breve. “Ainda estamos negociando com alguns distribuidores e o valor deve ficar na faixa de R$ 750,00, dependendo da configuração”, adianta o idealizador do projeto.

A máquina, que pesa cerca de 1,2 quilo, foi criada para mostrar que é possível produzir um computador barato, utilizando conceitos verdes.

sábado, 15 de janeiro de 2011

Jogos biológicos: jogando com microorganismos de verdade!


Ingmar Riedel-Kruse, pesquisador da Universidade de Stanford, desenvolveu um novo gênero para jogos de videogame: os jogos biológicos.
Utilizando clássicos do arcade, como Pac-Man ou Centipede, o pesquisador transforma os personagens em microorganismos reais, que "passeiam" pelo monitor com movimentos controlados pela alteração da polaridade de uma corrente elétrica.
"Um dia li sobre a história e o desenvolvimento dos jogos de computador. Com a biotecnologia, essa revolução precoce é bem semelhante. Me pareceu que a biotecnologia também podia ser um meio para criar um novo gênero nos games", explicou Ingmar em entrevista ao Fast Company.
Todos os clássicos reinventados receberam nomes adequados ao novo gênero, assim como Pac-Man, que virou Pac-Mecium, visto que você controla o protozoário paramécio durante o jogo. Também vemos os jogos Pong Pong, Biotic Pinball, PolymerRace e outros.
Apenas paramécios são utilizados nos jogos, já que, por não possuirem cérebro e serem formas de vida muito primitivas, não sentem dor.
De acordo com especialistas da Universidade de Stanford, essa é a primeira vez que alguém consegue controlar as ações de microorganismos vivos em tempo real, uma revolução para o mundo da biotecnologia.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Carro movido a energia solar bate recorde de velocidade


Um novo campeão entre os carros movidos a energia solar surgiu na Austrália. Um estudante da Universidade de Nova Gales do Sul construiu um carro solar, batizado de Sunswift IV, que bateu o recorde de velocidade com 56,85 mph. O Sunswift foi projetado especificamente para quebrar o recorde de velocidade de 49.09 mph, atingido pelo Sunraycer GM em 1987. Para conseguir esta façanha, o estudante teve que reduzir o peso do carro retirando uma bateria e precisou achar um motorista que coubesse no cockpit. A quebra do recorde é de extrema importância, uma vez que só pode ser concedido a carros movidos exclusivamente pela luz solar e sem nenhuma bateria. E este foi justamente um dos motivos pelo qual o recorde anterior se manteve por tantos anos.