terça-feira, 22 de junho de 2010

Lata de Coca-Cola sustentável!


A lata nua da Coca-Cola é linda, faria o Steve Jobs babar com este visual, e ainda pode ajudar a economizar energia enquanto reduz a poluição do ar e da água.
A lata nua ajuda a reduzir a poluição do ar e da água que ocorre no processo de coloração. Também ajuda a reduzir energia e esforço para separar a tinta colorida tóxica do alumínio no processo de reciclagem. Uma quantidade enorme de energia e tinta necessária para fabricar latas coloridas será economizada. Em vez de usar tinta tóxica, as fábricas processam o alumínio com uma prensa que insere a identidade da marca na superfície.

sábado, 12 de junho de 2010

Protótipo de bola de futebol gera energia quando utilizado


Estudantes da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, desenvolveram uma bola de futebol que poderia tornar a Copa do Mundo muito mais "verde". O projeto dos quatro alunos recebe o nome de sOccket e propõe uma bola que recarrega uma pequena bateria interna sempre que utilizada em partidas.

Segundo as pesquisas feitas pelo grupo, toda vez que uma bola é chutada, parte da energia é usada para colocá-la em movimento. No entanto, outra parte é desperdiçada. A sOccket sugere um sistema de bobinas indutivas, parecido com o utilizado nas lanternas "shake to charge", que usa parte do impacto do chute para produzir energia.

Para se ter uma idéia da capacidade do projeto, após uma partida de apenas 15 minutos, a energia gerada é suficiente para acender uma lâmpada de LED por até três horas ou carregar uma bateria de celular. Se a sOccket fosse utilizada em um jogo de 90 minutos, por exemplo, a energia de apenas uma bola seria suficiente para recarregar até seis baterias de celulares. Já pensou quanta energia uma Copa do Mundo poderia gerar?

terça-feira, 8 de junho de 2010

Carro eólico é mais rápido que o próprio vento


Um grupo de cientistas norte-americanos criou um carro movido a energia eólica que consegue ser mais rápido que o próprio vento que o impulsiona.
Durante o dia de testes, o vento que fazia o carro se mover alcançou 21km/h, enquanto o modelo eólico foi 2,86 vezes mais rápido.
Os cientistas se basearam em um carro de Fórmula 1 para desenvolver o projeto, que tem como principais materiais espuma e uma torre com hélice para impulsionar o carro com a força do vento.
Para que o carro atinja velocidade superior à do vento, é necessário um impulso inicial externo. As rodas, então, fazem com que a hélice gire e o veículo aproveita maior parte da força do vento. Quanto mais força do vento e mais rotação da hélice, mais velocidade.