terça-feira, 16 de outubro de 2012

O Brasil recicla apenas 1,4% de todo o lixo doméstico que produz


O Brasil recicla apenas 1,4% de todo o lixo doméstico que produz e destina 0,8% dos resíduos orgânicos para a compostagem. A informação é da Associação Brasileira de Resíduos Sólidos e Limpeza Pública (ABLP). O conselheiro da ABLP, Eleusis Bruder di Creddo diz que os números não são satisfatórios, mas a falta de dados atualizados e precisos sobre este assunto no país é outro quadro preocupante. Os mais recentes são da Pesquisa Nacional de Saneamento Básico, de 2008, e revelam, segundo ele, que o país produz, por dia, 110 mil toneladas de lixo.
O volume leva em conta apenas a produção residencial, o que se transforma em montanhas de lixo nos aterros. Conforme Creddo, 58% do material vão para aterros sanitários que atendem às condições necessárias de armazenamento, mas 40% de todo o resíduo das casas dos brasileiros ainda vão parar em lixões, que são áreas de depósito inadequadas para o meio ambiente.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Lixeira inteligente manda e-mail para central quando está cheia

Uma lixeira que manda e-maile é movida a energia solar é a nova aposta dos norte-americanos para reduzir a emissão de gases do efeito estufa, segundo o blogRespostas Sustentáveis. O país, que só perde para a China no ranking mundial de emissões, já hospedou 700 lixeiras inteligentes na Filadélfia e pretende instalar a novidade em outras cidades americanas. A produto também deve chegar a outros 30 países em breve, como Reino Unido e Israel.

Chamada de 'BigBelly Solar', a lixeira pode armazenar até 2.500 litros de resíduos, pois usa a energia solar para compactar os detritos. Dessa forma, o equipamento só precisa ser esvaziado cinco vezes por semana, enquanto que lixeiras tradicionais são esvaziadas, em média, 19 vezes no mesmo período.

A tecnologia por trás da BigBelly Solar ainda monitora o nível de resíduos dentro da lixeira e somente aciona o compactador quando o espaço para armazenamento é superado - o que economiza energia. A lixeira ainda manda e-mail para uma central responsável sempre que atinge seu limite depósito.

Apesar de ser mais cara que uma lixeira tradicional, cerca de US$ 4 mil, o equipamento pode representar uma economia de quase US$ 900 mil por ano às cidades, por utilizar a energia solar para compactar os resíduos.